Eleições AMB: Candidatos defendem propostas de gestão em debate

05 Nov

Os três candidatos à presidência da AMB defenderam as propostas de gestão para os próximos três anos à frente da associação, na tarde desta segunda-feira (4), em debate realizado no hotel Windsor, em Brasília (DF), que teve transmissão ao vivo pelo site da AMB (www.amb.com.br).

Disputam o pleito, o juiz Luiz Gomes da Rocha Neto, candidato pela Chapa 1 – “Magistratura Independente”; a presidente da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amaerj), Renata Gil, candidata pela Chapa 2 “AMB + Forte, Uma só Magistratura”; e o presidente da Associação dos Magistrados Trabalhistas da 12ª Região (Amatra 12), José Carlos Külzer, candidato à presidência pela chapa 3 – “Unidade (da carreira) e (é) Independência (da Magistratura)”.

Os trabalhos foram coordenados pelo presidente da Comissão Eleitoral Geral da AMB, desembargador Roberval Casemiro Belinati, pela desembargadora Maria de Lourdes Abreu e o juiz Carlos Alberto Martins, ambos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), também membros da Comissão. A mediação do encontro foi feita pela jornalista Alessandra Malta.

Após fazer uma breve apresentação dos candidatos e explicar as regras do evento, Belinati desejou felicidade aos três magistrados no debate. Conforme as regras estabelecidas pela Comissão Eleitoral, o debate foi dividido em quatro blocos, com ordem de fala sorteada. Um cronômetro foi utilizado para permitir que todos os candidatos tenham as mesmas condições de tempo para se posicionar.

Magistrados que acompanharam presencialmente o debate fizeram perguntas, por escrito, mas sem direcionamento a qualquer candidato. Cada chapa teve o direito de convidar 25 pessoas para acompanhar o debate no hotel Windsor.

Cada concorrente teve 10 minutos para apresentação e encerramento. O debate durou cerca de três horas. Foram abordados temas como: atenção aos novos juízes; Proposta de Emenda à Constituição n° 58; Valorização por Tempo de Serviço/Adicional por Tempo de Serviço (VTM/ATS); relação institucional com o Judiciário, Legislativo e executivo; pauta remuneratória; valorização da carreira e da primeira instância; ampliação da competência da jurisdição eleitoral; atuação junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ); política de atenção à saúde dos magistrados; audiências de custódia; quinto constitucional; trabalho associativo; extrateto; lei do abuso de autoridade; permuta entre magistrados estaduais; entre outros.

Na opinião do juiz Luiz Gomes da Rocha Neto, “se o debate, talvez, tivesse ocorrido em outra ocasião antecedente, o eleitor teria a oportunidade de conhecer ainda mais os candidatos e quais as propostas que entendem ser mais interessantes. Para esse propósito o debate foi excelente, pena que tenha sido colocado num momento desse, com um público escasso diante da Magistratura”, disse.

Para Renata Gil, o debate foi muito positivo, pois ela conseguiu explanar todas as propostas da chapa 2 e apresentar o seu projeto de unidade nacional. “A questão da aprovação do VTM/ATS, das eleições diretas, da manutenção da independência do Judiciário, que é o nosso grande foco”, explicou.

Já para José Carlos Külzer, o debate é sempre importante para os candidatos explorem os seus pontos de vista. “Todos queremos o melhor para a Magistratura e o Poder Judiciário, apenas existem algumas divergências quanto a forma de atuação da Associação, o que ficou evidenciado no debate”, afirmou.

Assessoria da AMB


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