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TJSE alcança 1º lugar de produtividade em sua categoria
ARACAJU/SE - 11 de Setembro de 2017

A publicação do anuário Justiça em Números 2017, ano-base 2016, na semana passada, em Brasília, revelou que o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) está em primeiro lugar na categoria de tribunais de pequeno porte. 

Quando incluída a área administrativa no cálculo, o TJSE ficou em terceiro lugar no grupo com 94%, frente à média nacional de 82%, alcançando posição de 6º lugar geral. Esse índice é composto com base na produtividade de magistrados e servidores, sendo consideradas a despesa total do tribunal e a taxa de congestionamento.

O TJSE também alcançou o maior índice de conciliação (20,3%) de sua categoria, tendo atingido quase o dobro da média nacional (10,9%), e alcançado o terceiro lugar geral.

Em relação ao tempo médio de sentença nos 1º e 2º Graus de Jurisdição, o TJSE está em segundo lugar no Brasil, com seis meses, no 2º Grau; e um ano e dois meses, no 1º Grau. A média nacional é de sete meses no 2º Grau; e três anos e dois meses, no 1° Grau. 

O lançamento da publicação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi acompanhado de perto pelo Diretor de Planejamento do TJSE, Felipe Prudente; pelo Secretário do Comitê de Metas, Erick Andrade; e pelo Chefe da Divisão de Apoio Tecnológico, Cleverson Pereira. 

“O evento foi muito produtivo e contou com a participação da Ministra Cármen Lúcia tanto na apresentação do Relatório Justiça em Números como na apresentação das propostas de Metas Nacionais. Os resultados apresentados foram positivos e o evento foi bastante participativo” disse Felipe Prudente.

A comitiva do TJSE também participou de uma reunião de discussão de metas e de um workshop sobre estatística, com esclarecimento de dúvidas quanto ao anuário e ao Selo Justiça em Números. Segundo Cleverson Pereira,  "o evento alinhou conhecimento e compartilhou boas práticas para a composição de dados estatísticos do Poder Judiciário no país e permitiu uma visão ampla das ferramentas tecnológicas que estão sendo utilizadas pelo CNJ”.  

 

Fotos: CNJ